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IMPRENSA
13/03/2017
Regulamento Técnico da Copa Paraná Sul de Motovelocidade 2017

Regulamento Técnico da Copa Paraná Sul de Motovelocidade 2017

Competição começa neste sábado, dia 18 de março. Foto: Sérgio Sanderson.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

As motos admitidas nas categorias FORÇA LIVRE e PRÓ devem ter motorização do modelo originalmente homologado pelo fabricante, comercializadas para uso urbano por representantes da referida marca, não sendo obrigatório que o modelo em questão permaneça em produção quando da participação na competição.

Todas as motos deverão ter documentos, podendo ser;

a) Certificado de registro e licenciamento (DUT);

b) Nota fiscal original ou copia autenticada da motocicleta, emitida pelo fabricante ou concessionário com a numeração original completa do fabricante aparente e legível;

c) No caso de motocicletas compradas em leilões será obrigatória à apresentação da nota fiscal original ou copia autenticada de compra do referido Leiloeiro, com uma carta de Liberação do VEICULO CARIMBADA pelo DETRAN onde o referido chassi foi adquirido. O piloto deverá entregar na secretaria de prova durante a vistoria administrativa declaração de responsabilidade.

O Regulamento Técnico da categoria estabelece os limites nas alterações e modificações permitidas visando o equilíbrio desportivo e de custos de preparação, atendendo ainda o quesito segurança como forma de incentivo aos seus participantes.

Cabe às equipes certificar-se de que as motocicletas estejam em condições mecânicas satisfatórias para poderem ser submetidas aos testes de dinamômetro que poderão ser realizados pela Organização da Prova no decorrer do campeonato em suas vistorias técnicas, ficando a Organização da Prova isenta de toda e qualquer responsabilidade quanto à eventual dano sofrido pelas motocicletas no referido teste.

Todos os elementos/peças não mencionados nos artigos seguintes devem permanecer como originalmente produzidos pelo fabricante para o modelo homologado.

Toda e qualquer alteração na motocicleta que não estiver devidamente descrita e precisamente especificada neste regulamento é expressamente proibida.

Motos Homologadas (Fabricante / Modelo):
- Dafra ROADWIN 250R
- Dafra NEXT 250
- Honda CBX TWISTER 250
- Honda CBR 250 R
- Honda CB300 R
- Suzuki INAZUMA 250
- Kasinski COMET GT 250 R
- Kasinski COMET GT 250
- Kawasaki NINJA 250 R
- Kawasaki NINJA 300 R
- Yamaha FAZER YS 250
- Yamaha YZF R3
- KTM Duke 390

REGULAMENTO TÉCNICO

CILINDRADA
Monocilíndricas (1 Cilindro) até 390cc 4 Tempos - É autorizada a retificação do bloco de cilindros com o intuito de atingir o limite de cilindrada na categoria.

Bicilíndricas (2 Cilindros) até 320cc 4 Tempos - A cilindrada deve permanecer igual à do modelo homologado originalmente.

 

PESO MÍNIMO
O peso mínimo para a motocicleta será de 125 Kg.

Na verificação técnica final, as motocicletas serão pesadas nas condições em que se encontrarem no final da corrida. Nada pode ser adicionado ou retirado da moto, incluindo água, óleo e gasolina.

Em qualquer momento da manifestação desportiva o peso de uma moto (incluindo o tanque e combustível) não pode ser inferior ao peso mínimo com uma tolerância de 1 Kg.

Para equilibrar as diferentes configurações de motores, poderão ser aplicadas mudanças no peso mínimo regulamentado de acordo com o rendimento em corridas e treinos. As decisões sobre alterações do peso mínimo serão tomadas pela Comissão técnica da Copa Paraná Sul de Motovelocidade a qualquer momento e serão aplicadas na manifestação desportiva seguinte.

 

NÚMEROS DE COMPETIÇÃO
Os números da moto de competição devem ser expostos de forma clara e visível e conforme art.º 1.20 das Especificações Técnicas Gerais (ETG).

 

LÍQUIDO DE REFRIGERAÇÃO
O único líquido de refrigeração autorizado é água (H²O). Eventualmente, a critério da organização da prova, poderá ser adicionado álcool a solução, mediante a prévia autorização que será divulgada aos competidores.

 

COMBUSTÍVEL E LUBRIFICANTES
O uso de combustível e de lubrificantes é de livre escolha desde que idêntico ao comercializado nos postos de combustíveis.

É expressamente vedado o uso de combustíveis adulterados, cuja verificação poderá ser requerida pela direção de prova que fará a coleta de amostra e levará a análise técnica e posterior laudo.

Caso seja verificada a utilização de elementos no combustível que não sejam aqueles comercializados em postos de combustíveis, a motocicleta e o piloto serão desclassificados de ambas as BATERIAS que ocorrem no dia da adulteração.

No caso de reincidência, a equipe, motocicleta e piloto será desclassificados de todo o certame, não podendo mais participar do campeonato.

Qualquer piloto ou equipe, pode requerer a análise do combustível de qualquer moto, e em caso de negativa de adulteração, pagará a equipe em que foi retirado o combustível a importância de R$ 500,00 (quinhentos reais).

É vedado o abastecimento da motocicleta após a mesma deixar os boxes para a tomada de tempo ou para a corrida em quaisquer das baterias, mesmo em caso de a corrida ter sido interrompida com bandeira vermelha, o descumprimento de tal determinação gera a desclassificação imediata do piloto. Se o abastecimento ocorrer na tomada de tempo, a desclassificação será em ambas as baterias, não podendo o piloto alinhar para largada, se o abastecimento ocorrem em alguma das baterias, a desclassificação será na bateria em que houve o abastecimento.

 

PNEUS
Será obrigatório o uso exclusivo de pneus originalmente homologados para rua, destinados a motocicletas de no máximo 390cc. É permitido apenas o uso de pneus originalmente montados pelos fabricantes nas motocicletas homologadas pelo campeonato. Serão levadas em consideração: a marca do pneu, seu modelo e suas dimensões.

É terminantemente proibida a utilização de pneus direcionados a motos de maior cilindrada. Não será permitido o uso de pneus considerados do tipo “pista”, como michellinpowercup, pirellisuper corsa etc.

É permitida a utilização de pneus originalmente montados em outra motocicleta, desde que esta seja homologada pelo campeonato. Em caso de dúvidas, a equipe deverá comprovar que o modelo de pneu utilizado equipe pelo menos uma das motos homologadas.

É da responsabilidade da equipe assegurar-se que os pneus estejam corretamente montados, que as medidas sejam corretas para a categoria e que estejam marcados e/ou registrados pelos comissários técnicos.

Em caso de chuva o competidor poderá optar por outro modelo de pneu, desde que este pertença a linha de montagem de qualquer uma das motocicletas homologadas.

Não é permitido fazer qualquer tipo de alteração nos pneus, sejam sulcos extras (frisos) nos pneus ou aprofundamento dos originais.

Não e permitido inverter o lado de rodagem dos pneus originalmente determinado pelo fabricante.

Não é permitido usar pneus com sulcos de profundidade inferior a 2,5 mm.

É permitido o uso de aquecedores térmicos de pneus.

Para a primeira etapa é obrigatório que todos os competidores estejam utilizando pneus novos para a realização da prova.

Em caso de descumprimento das regras, as punições serão:

a) Nos treinos cronometrados - anulação da totalidade dos tempos registrados e colocação no último lugar do grid de largada;

b) Na corrida – desclassificação;

c) Adicionalmente, em qualquer dos casos, o júri da prova poderá, ainda, aplicar outras penalizações.

As regras de marca de pneus, não se aplicam a CATEGORIA FORÇA LIVRE que é livre a escolha de pneus.

 

MOTOR
A capacidade cúbica do motor não poderá exceder o limite homologado;

a) Motos com motor monocilíndrico - 390cc.

b) Motos com motor bicilíndrico - 320cc.

O limite máximo de potência indexado será de 40,99cv na roda aferida em dinamômetro. De modo que se forem aferidos 41cv na roda a motocicleta estará desclassificada.

A preparação dos motores é de livre escolha, desde que seja obedecido o limite de potência e cilindrada estipulados no regulamento.

Extraordinariamente, a motocicleta será avaliada em DINAMÔMETRO a qualquer momento a pedido da direção de prova, ou a pedido de qualquer equipe ou piloto.

Ordinariamente a motocicleta será inspecionada em DINAMÔMETRO para averiguação da potencia auferida na roda traseira, nos seguintes momentos:

  1. Após o treino classificatório;

  2. Após cada uma das baterias.

Se a motocicleta exceder ao limite de potência estabelecidos, terá as seguintes punições;

  1. Caso a verificação de excesso de potência tenha ocorrido no treino classificatório, a motocicleta e piloto deverão largar em ambas as baterias da corrida nos boxes, após a passagem do último piloto;

  2. Caso a verificação de excesso de potência tenho ocorrido em quaisquer das baterias, a motocicleta e piloto será automaticamente desclassificados da bateria;

  3. Em quaisquer dos casos, a motocicleta e o piloto somente poderão continuar na competição, caso recolham a multa pecuniária de R$ 500,00 (quinhentos reais) em favor da Organização do certamente, e demonstrem que a moto está dentro dos limites de potência regulamentos por este regulamento.

  4. A incidência de duas desclassificações, tanto em treinos classificatórios ou quaisquer das baterias impedirá a motocicleta e piloto de continuarem no certame, sendo os mesmos desclassificados definitivamente do CAMPEONATO.

Este item não tem incidência sobre as motos da CATEGORIA FORÇA LIVRE.

 

INSTALAÇÃO ELÉTRICA
A instalação elétrica original pode ser modificada, desde que atenda às exigências deste Regulamento, sendo a sua aprovação a critério da Organização da Prova.

O conjunto da chave de ignição pode ser recolocado ou substituído.

É obrigatório fornecer ao comissário técnico na vistoria preliminar a localização exata das chaves que trocam os mapas de injeção e (ou) ignição da moto homologada, bem como sua conexão na instalação elétrica. Qualquer alteração nas localizações das chaves deverá ser informada ao comissário técnico por escrito.

O comissário técnico poderá a qualquer momento solicitá-la para verificação técnica o sistema elétrico parcial ou total da motocicleta.

As infrações serão aplicadas conforme a organização, comissários e direção de prova.

 

BATERIA
A bateria pode ser substituída, porém, sua capacidade de partida deve ser igual ou superior ao do modelo originalmente homologado.

 

CHASSI / CARENAGEM
Chassi e sub-chassi (chassi B)

O chassi deve permanecer tal como produzido pelo fabricante para a moto originalmente homologada, exceto as modificações descritas;

a) O chassi só pode ser perfurado para a fixação de peças aprovadas (suportes da carenagem e pontos de fixação do amortecedor de direção).

b) Os suportes do motor ao chassi devem permanecer tal como produzidos pelo fabricante para a moto originalmente homologada.

c) O sub-chassi(Berço Traseiro do Chassi) traseiro pode ser modificado ou substituído, desde que o material aplicado seja o mesmo do chassi homologado pelo fabricante. A modificação deverá ser submetida à análise pela comissão técnica para sua homologação.

d) Podem ser acrescentados suportes suplementares para o banco.

e) Apoios salientes não estruturais podem ser retirados desde que não afetem a segurança da construção do conjunto do chassi. Os acessórios aparafusados ao sub-chassi(chassi B) traseiro podem ser retirados.

 

SUSPENSÕES/MESAS/BENGALAS – DIANTEIRAS
A estrutura das suspensões/mesas/bengalas (cilindros externos e internos etc) deve permanecer tal como produzida pelo fabricante para a moto originalmente homologada.

As partes internas das suspensões originais podem ser modificadas.

Podem ser instalados kits de cartuchos e válvulas de amortecimento, sempre a nível interno.

Nenhum sistema de suspensão controlada eletronicamente pode ser usado. Caso a moto homologada utilize este sistema, deve permanecer como originalmente homologado.

Os tampões superiores da bengala podem ser modificados ou substituídos.

Não existem restrições quanto à quantidade ou qualidade do óleo utilizado nas suspensões dianteiras.

As mesas (mesa superior e inferior) assim como qualquer ponto de ligação, devem permanecer tal como originalmente produzidos pelo fabricante para a moto homologada.

O amortecedor de direção pode ser substituído ou adicionado, caso não exista no modelo homologado.

O amortecedor de direção não pode atuar como batente da direção.

 

BRAÇO OSCILANTE
Todas as partes integrantes do braço oscilante devem permanecer tal como foram produzidas pelo fabricante para a moto originalmente homologada (incluindo o sistema basculante de articulação do amortecedor traseiro e seus respectivos tirantes).

Os suportes do cavalete traseiro podem ser soldados ou aparafusados ao braço oscilante. Estes devem ter as arestas arredondadas (com um raio amplo). Os parafusos utilizados para a fixação devem ficar embutidos (não salientes).

Por motivos de segurança, é obrigatória a instalação de uma proteção da corrente de forma a não permitir que o pé do piloto ou qualquer outra parte do corpo fique preso entre a parte inferior da corrente e a coroa.

 

SUSPENSÃO TRASEIRA
Os amortecedores traseiros podem ser modificados internamente, podendo ser alterado o sistema do seu fechamento (Blindagem Original), as fixações originais ao chassi e ao braço oscilante (links) devem ser mantidas e o jogo da suspensão traseira (basculante) tem de permanecer tal como originalmente produzido pelo fabricante para a moto originalmente homologada.

A mola ou molas da suspensão traseira podem ser substituídas, ou calçadas.

É permitido o uso de orifício fixado através de rosca ou solda, na base do corpo do amortecedor, que permita o abastecimento e substituição do óleo ou nitrogênio.

 

RODAS
Não são permitidas quaisquer alterações que não estejam descritas.

As rodas devem permanecer como produzidas pelo fabricante para a moto originalmente homologada, sem qualquer alteração.

Para a motocicleta Honda modelo CBX 250 Twister é permitida substituição da roda dianteira original pela roda dianteira original da motocicleta Honda modelo CB 300R.

Se o desenho original da roda traseira incluir um sistema de amortecimento de transmissão (tipo contrachoque ou outro), este deve permanecer tal como produzido pelo fabricante para a moto originalmente homologada.

Não são permitidas quaisquer alterações nos eixos de roda.

Os chumbos de balanceamento das rodas podem ser retirados, adicionados ou substituídos.

Não é permitido aliviar as rodas que devem permanecer com mesmo peso e dimensões quando entregues pelo fabricante.

 

FREIOS
Os discos dos freios podem ser substituídos desde que seja respeitado o seguinte:

a) Devem ser do mesmo material dos discos originalmente homologados para o modelo;

b) Quando os discos homologados forem do tipo wave, a forma do disco de substituição, se for do tipo wavedeve respeitar a do modelo original. Um disco do tipo wave pode ser substituído por um circular;

c) A espessura dos discos pode ser aumentada em 20% mas devem “encaixar” nas pinças de freios homologadas originalmente sem qualquer modificação;

d) O diâmetro dos discos pode ser aumentado em até 05%.

As pinças de freio traseiro e dianteiro, assim como os seus pontos de fixação devem ser os originais do modelo originalmente homologado.

O suporte da pinça do freio traseiro pode ser montado fixo no braço oscilante, mas o suporte deve manter os mesmos pontos de fixação da pinça da moto originalmente homologada. A modificação destas peças é autorizada. Por esta razão, o braço oscilante pode ser alterado para permitir a fixação do suporte, por soldadura, furação ou aplicação de helicoil.

As bombas de freio, dianteira e traseira podem ser substituídas, (sendo que as mesmas sejam peças disponíveis comercialmente). Os depósitos de óleo dos freios podem ser substituídos por outros, desde que sejam de boa qualidade e apresentem condições de segurança.

Os tubos hidráulicos dos freios traseiros e dianteiro podem ser alterados.

As pastilhas e lonas de freio traseiras e dianteiras podem ser substituídas por outras de qualquer marca.

Não são autorizadas condutas de ar adicionais para refrigeração dos freios.

 

GUIDÕES E COMANDOS
Os guidões podem ser substituídos.

Os guidões e os comandos (manetes e manicotos) podem ser colocados em uma posição diferente da original.

O acelerador deve voltar automaticamente à sua posição inicial quando não estiver acionado.

O conjunto acelerador e cabos associados podem ser modificados ou substituídos (sempre mantendo dois cabos, acelerador e retorno).

Os manetes de embreagem e do freio podem ser substituídos.

Os interruptores podem ser substituídos, mas os interruptores do motor de arranque e do corta-corrente devem ficar localizados no guidão ao alcance do dedo do piloto.

Não é permitido o uso de manetes, quebradas, serradas, empenadas ou emendadas.

 

PEDALEIRAS
As pedaleiras podem ser colocadas em uma posição diferente do original, mas os suportes devem ser montados no chassi. Os dois pontos de fixação originais (pedais de freio e de marchas) devem ser respeitados.

Os apóia pés podem ser rígidos ou do tipo retrátil, devendo neste caso ter um dispositivo que automaticamente os devolva à posição original.

As extremidades dos apóia pés devem ser arredondadas em forma de esfera, com um raio mínimo de 8mm.

Os apóia pés fixos devem ter a extremidade redonda fabricada em alumínio, plástico, Teflon® ou em material de tipo equivalente com um raio mínimo de 8mm.

 

TANQUE DE COMBUSTÍVEL
O tampão do tanque de combustível pode ser alterado ou substituído por outro do tipo de rosca (screw-on) (SAFETY).

O tanque de combustível pode ser completamente preenchido com material de proteção contra o fogo (espuma para o retardamento da combustão, i.e. Explosafe ®).

O conector do tanque deve permanecer tal como produzido pelo fabricante para a moto originalmente homologada.

Os tanques de combustível equipados com tubos de respiro devem estar munidos com válvulas não reversíveis e ligados a um depósito com uma capacidade mínima de 250 cc feitos de material resistente à gasolina.

 

CARENAGEM E PÁRA-LAMA
a) É obrigatória a montagem de conjunto de carenagem completo nas motos em que originalmente não forem fabricadas com este equipamento.

b) A carenagem e o pára-lama dianteiro são de uso obrigatório e de livre procedência.

c) É obrigatório o uso da bolha ou pára-brisa na carenagem frontal, é de livre escolha devendo ser incolor, transparente e de material não cortante.

d) Não é permitido o uso de carenagens que se apresentem comprometidas visualmente com rachaduras e/ou estejam quebradas ou ainda em mau estado de conservação.

e) A carenagem inferior deve ser construída ou modificada de forma a poder reter, em caso de falha do motor, pelo menos metade da capacidade total do óleo e do líquido de refrigeração do motor (no mínimo de 2 litros). As aberturas laterais da carenagem inferior devem estar localizadas a uma distância mínima de 50 mm acima do fundo da carenagem.

f) A parte inferior da carenagem (spoyler) deve ter uma ou duas aberturas no máximo, com um diâmetro de 25 mm, as quais devem permanecer fechadas em condições de piso seco, sendo apenas abertas nos treinos ou corridas com piso molhado, condição esta que será determinada pelo Diretor de Prova.

g) O pára-lama traseiro fixo ao braço oscilante pode ser incorporado, mas deve ser fixado através de no mínimo quatro parafusos. As arestas expostas devem ser arredondadas.

 

RABETA/BANCO
A Rabeta é de uso obrigatório e de livre procedência.O sistema de fecho do banco da moto originalmente homologada pode ser removido.

 

ELEMENTOS DE FIXAÇÃO (PARAFUSOS E PORCAS)
Os elementos de fixação (parafusos e porcas) standard podem ser substituídos por outros de qualquer material ou tipo. A resistência e o tipo devem ser no mínimo equivalentes ao do modelo homologado, podendo ser excedida a resistência da fixação substituída.

Os elementos de fixação podem ser perfurados para receber arame de frenar, não sendo permitida a realização de alterações com a finalidade de redução de peso.

Os elementos de fixação da carenagem podem ser substituídos por outros do tipo rápido.

Parafusos e porcas de alumínio só podem ser utilizados em zonas não estruturais.

 

OS ELEMENTOS A SEGUIR INDICADOS PODEM SER ALTERADOS OU SUBSTITUÍDOS:
Pode ser utilizado qualquer tipo de líquido nos freios e suspensões.

As juntas deverão ser vendidas comercialmente.

Os instrumentos, os apoios dos instrumentos e chicotes associados.

Pintura e acabamento das superfícies exteriores.

As fixações ao chassi das partes não originais (carenagem, escape e etc.).

As coberturas para proteção do motor, chassi, corrente, pedaleiras etc., podem ser feitas em materiais compostos.

 

OS ELEMENTOS A SEGUIR INDICADOS PODEM SER RETIRADOS DA MOTO HOMOLOGADA:
Velocímetro.

Proteção da corrente, desde que esta não se encontre incorporada no pára-lama traseiro.

Acessórios aparafusados ao sub-chassi(chassi B). Sistema antipoluição PAIR (Injeção de Ar na Saída de Escape) completo ou parcial (mangueiras, válvulas, conectores e etc.). É permitido fechar os orifícios que ficarem expostos após a remoção dos componentes.

 

OS ELEMENTOS A SEGUIR INDICADOS DEVEM SER RETIRADOS DA MOTO HOMOLOGADA:
Faróis dianteiros, lanterna traseira e piscas.

Espelhos retrovisores.

Buzina.

Suporte da placa.

Caixa de ferramentas.

Ganchos para capacetes e/ou bagagem.

Pedais e alças para passageiro.

Barras de proteção e descanso lateral e central

 

DEVEM SER REALIZADAS AS SEGUINTES ALTERAÇÕES NA MOTO HOMOLOGADA:
As motos devem estar equipadas com um interruptor que corte a corrente de ignição ou botão capaz de desligar o motor, o qual deverá ser instalado em qualquer um dos lados do guidão, mas ao alcance dos dedos da mão, quando em posição de pilotagem.

Todos os tampões e bujões de enchimento ou drenagem, filtros de óleo exteriores bem como todos os parafusos de fixação dos circuitos de lubrificação, arrefecimento e assistência hidráulica, tampas de motor, tampas do braço oscilante têm de estar devidamente frenados (lacrados).

Todas as motos devem ter um sistema de respiro de óleo fechado. O tubo do respirador do óleo do motor deve estar ligado à caixa de ar ou expansor, para onde deve ser feito o escoamento.

Todas as motos devem ter obrigatoriamente um conta–giros devidamente aferido.

Os tubos de respiro (combustível e água) devem escoar através de saídas existentes e estarem ligados a um expansor com capacidade mínima de 250cc.

 

LARGADA
A cada etapa a largada será definida por tomada de tempo, que definirá a ordem de largada da primeira bateria.

 

GRID INVERTIDO
Motos que terminam a primeira bateria (completam 60% da prova) largam em posição invertida na bateria posterior;

Caso quaisquer das motos ou pilotos quebrar ou não terminar a prova (não completar 60% da prova) não inverterá e largará na ultima posição.

A pontuação de GRID INVERTIDO não sofrerá quaisquer alterações, permanecendo portanto, seu valor idêntico ao valor da primeira bateria.

 

SAFETY CAR
Na entrada do Safety Car, aciona-se a bandeira branca na linha de chegada e bandeira amarelo em todos os outros postos de sinalização. Os pilotos mantêm a ordem em que se encontram e se reagrupam atrás do Safety Car.

 

BRIEFING DE SEGURANÇA
É expressamente OBRIGATÓRIO o comparecimento de todos os pilotos no Briefing de Segurança.

O não comparecimento no BRIEFING DE SEGURANÇA ou BRIEFING EXTRAORDINÁRIO determinado pela direção da prova, implicará na impossibilidade de largada para a bateria que for posterior ao BRIEFING.

 

PEÇAS SOLTAS
Motocicletas com peças soltas durante a realização da prova receberão solicitação para entrada na área de Box através da placa de Box e seu respectivo numeral. Caso o piloto não entre, poderá ser desclassificado.

 

PUNIÇÕES
As punições que poderão ser aplicadas na realização da prova e dos treinos são:

- DESCLASSIFICAÇÃO TOTAL DO CERTAME OU PARCIAL NA ETAPA

- Advertência por escrito;

- Perda da melhor volta;

- Perda de um treino livre;

- Largar na última posição;

- Pit Lane : Piloto entra no Box, se apresenta ao fiscal e retorna para a corrida. (Queima de Largada)

- Ao piloto que não interromper sua prova para receber a punição será aplicada a:

* Perda de 20 segundos;

* Perda de 40 segundos;

* Perda de 60 segundos;

Todas as punições serão aplicadas de acordo com o Diretor de Prova e/ou Júri do Campeonato.

No caso de DESCLASSIFICAÇÃO TOTAL DO CERTAME ou PARCIAL DA ETAPA, o valor já pago das inscrições não será devolvido revertendo-se me favor da ORGANIZAÇÃO do evento.

 

VELOCIDADE MÁXIMA NA ÁREA DE BOX
A velocidade máxima permitida na área de Box será de 50 km/h.

 

DAS MULTAS
As MULTAS instituídas nesse regulamento e cobradas de equipes ou pilotos serão convertidas em DESCONTOS nas INSCRIÇÕES dos demais pilotos para a etapa imediatamente posterior, não tendo tal desconto o piloto e equipe que foram punidos.

 

PONTUAÇÃO
A pontuação de cada uma das baterias é idêntica, em caso de empate será definido o vencedor pela melhor posição na primeira bateria.

As BATERIAS serão de 11 voltas acrescidas de uma (01) volta extra.

Cada piloto e motocicleta deverá fazer no mínimo (07) sete voltas para pontuar.

O piloto que largar na “pole position” da PRIMEIRA BATERIA terá um ponto extra.

A PONTUAÇÃO de cada piloto será informada no prazo máximo de 48 horas após o término da última bateria, pelo mais ágil possível de divulgação, inclusive e especialmente “WhatsApp” .

Cada piloto ou equipe terá o prazo máximo de iguais 48 horas após a divulgação da pontuação no certamente, para fazer por escrito sua reclamação.

A pontuação será aplicada da seguinte forma nas duas baterias mesmo com a inversão do GRID DE LARGADA, de modo que os pontos não serão alterados para a realização da segunda bateria;

30
25
20
18
16
15
14
13
12
10º 11
11º 10
12º 9
13º 8
14º 7
15º 6
16º 5
17º 4
18º 3
19º 2
20º 1

DEMAIS QUESTÕES
Quaisquer questões que não estejam previstas neste REGULAMENTO serão resolvidas pela DIREAÇÃO DE PROVA imediatamente ao ocorrido ou no prazo máximo de 24 horas após o ocorrido e informado a todos os pilotos e equipes, pelo mais ágil possível.

 

CASCAVEL/PR, 01 de março de 2017

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